sexta-feira, 5 de março de 2010

ABORTO EM PORTUGAL

http://demokratia.blogs.sapo.pt/arquivo/Aborto-imagens.gif http://www.enlineadirecta.info/eldciudadano/fotodenuncias/enl2008_10_24_15_14_18076f02ce7edeed6845e96027405a7256.jpg - Nos llega a través del correo electrónico. Por desgracia, "lá como cá"....Pero en este caso el "ejemplo" lo puso España. Si es que desde la Revolución de los Claveles y la Transición, todo ha ido viento en popa....

Podem ler em http://algarvepelavida.blogspot.com/2010/02/tribunal-constitucional-aprova-ivg.html

Tribunal Constitucional aprova ivg

I) O Tribunal Constitucional, ao fim de quase 3 anos de espera, veio a considerar a nova lei do aborto como não inconstitucional.

O acórdão integral pode ser lido aqui.

O Tribunal Constitucional fez acompanhar o acórdão de um comunicado à imprensa que contém autênticas pérolas.

II) Segundo esse comunicado a gravidez indesejada é qualificada como uma "lesão" e que, perante essa "lesão" mais vale que a grávida ganhe uma solução (o aborto) que lhe vai permitir uma "preservação da potencialidade de vida"

III) O ponto 11.4.3. (2º e 3º parágrafos) do próprio acórdão chega ao ponto de dizer que o respeito que o Estado deve ter relativamente à vida pré-natal deve-se também traduzir no evitar que se verifiquem gravidezes indesejáveis.

Como é que diabo se pode afirmar que a vida pré-natal é melhor protegida se se evitar gravidezes indesejadas !!!!!!!!??????????

N.B:- Este argumento é, aliás, repetido várias vezes ao longo do acórdão e no início do ponto 11.4.16 chega-se mesmo ao extremo de afirmar que só a adesão da grávida é que garante a tutela da vida intra-uterina.

IV) Depois entramos num campo da pura esquizofrenia jurídica:

No penúltimo parágrafo do ponto 11.4.2. defende-se que "a potencialidade de aquisição de um determinado estatuto não confere a titularidade dos direitos associados a esse estatuto" para justificar que o embrião não tem direito à vida.

Mas, depois, mais à frente, acaba por reconhecer que o nascituro tem direito à tutela jurídica em virtude da "potencialidade de, pelo nascimento aceder a uma existência autonomamente vivente".

Para depois concluir que, como a Constituição, não especifica qual o modo de protecção da vida (artigo 24º da Constituição) logo, entre o extremismo de matar um ser humano em gestação e o extremismo de incriminar uma mulher que o matou, deve prevalecer este último.

A justificação que o TC dá para esta aparente contradição de argumentos reside no facto de, no seu entender, a tutela do nascituro, apesar de ser um critério necessário, não é um critério suficiente, para a sua efectivação (Cfr. 11.4.6. 1º parágrafo).

Ou seja, ser nascituro equivale necessariamente à atribuição de uma tutela jurídica que, porém, não é suficiente para a sua efectivação.

Perceberam ?

V) Nova pérola no final do antepenúltimo parágrafo do ponto 11.4.9.:

- a melhor forma de proteger o embrião é deixar que seja a sua mãe a decidir.

Ou seja o direito do embrião passa a ser um direito relativo e não absoluto.

Só é protegido se aquela determinada mãe relativamente àquele determinado embrião achar que ele deve ser protegido.

Quando a mãe decide que não quer manter a vida do nascituro, então, estaremos realisticamente (pasme-se, nas palavras do próprio TC), perante simples "casos perdidos" (Cfr. Parte final do último parágrafo do ponto 11.4.10).

VI) No final do ponto 11.4.15, um rasgo de lucidez ao afirmar-se a necessidade de planeamento familiar "se considerarmos que, em certas faixas populacionais, a interrupção voluntária da gravidez continua a ser usada como método contraceptivo (segundo dados da Direcção-Geral de Saúde, das 17.511 interrupções voluntárias da gravidez registadas em 2008, em 2.659 casos as mulheres declararam já tê-lo feito por mais de quatro vezes)".

VII) No ponto 11.4.17, o acórdão do TC diz que não vê qualquer inconveniente por a lei da ivg não definir explicitamente a sua finalidade dissuassora (solução adoptada na RFA).

Diz o TC, no final do 3º parágrafo deste ponto 11.4.17, que se o dissesse explicitamente isso seria negativo porque poderia levar a uma "retracção defensiva da grávida".

Ou seja, podia-se correr o risco da grávida ficar inibida e acabasse por não abortar.

E, isso, para o relator do acórdão, parece que é mau.

VIII) No ponto 11.4.18, afirmando que 5% de desistências de IVG é razoável e aceitável pois, afirma "será sempre reduzida a eficácia preventiva de qualquer das formas de reacção jurídica à interrupção voluntária da gravidez, no quadro da específica disciplina legal desse acto".

Ou seja, não há nada a fazer, só há é que nos conformarmos com a realidade de que as mulheres sempre fizeram, fazem e continuarão a fazer abortos e nós nada podemos fazer contra isso.

Para este acórdão do TC, a função preventiva da lei penal não conta nada, os apoios e melhoramento da adopção são esquecidos, o apoio à grávida-estudante é esquecido, etc.etc.

A realidade é esta. Temos que nos conformar.

E por que não dizer o mesmo da corrupção ou da fuga ao fisco ?

Não são ambas uma realidade que a lei penal não consegue evitar de forma eficaz. Não se deveria então permitir a ocorrência de fenómenos de corrupção ou fuga ao fisco ?

IX) No ponto 11.8.5 outra pérola:

Não é inconstitucional que o pai do nascituro não se possa opor ao aborto porque a "realidade biológica da gestação humana" diz que, pela "natureza das coisas" (Cfr. Penúltimo parágrafo do ponto 11.8.5) é a mulher (e não o pai) que traz o nascituro no seu ventre.

A sério ? E a mulher concebeu o nascituro com o dedo ? Sozinha ?

Ficámos, então, a saber que o TC tem uma visão monogâmica da gravidez. A mulher é a única progenitora do filho.

LOS CARLISTAS ANTE LA NUEVA LEGISLACIÓN ABORTISTA

http://4.bp.blogspot.com/_CHIFBHg2vkg/R6WmmqDurdI/AAAAAAAAAfA/hh7q31lin3k/s200/Aspaboinacolor.bmp http://farm3.static.flickr.com/2789/4022848080_a9548d6d1c.jpg

Comunión Tradicionalista Carlista

05.03.2010.

Don Juan Carlos de Borbón acaba de firmar la “Ley Orgánica 2/2010, de salud sexual y reproductiva y de interrupción voluntaria del embarazo”, su segunda “ley del aborto”. En 1985 sancionó una primera ley despenalizadora que, promovida por el PSOE, apoyada por el PP, y definida por Mariano Rajoy y sus máximos dirigentes como una ley “de consenso” ha provocado la muerte de 1.300.000 víctimas inocentes y allanado el camino para esta nueva vuelta de tuerca.

Ante esta situación, la Junta de Gobierno de la Comunión Tradicionalista Carlista, -único partido político que propone para España la monarquía tradicional y uno de los pocos que defiende íntegramente los valores no negociables- se ve en la obligación de hacer las siguientes consideraciones a la opinión pública:

1º. Como grupo político, los carlistas no entraremos a juzgar la conciencia de don Juan Carlos ni si sus actuaciones públicas merecen o no una reprobación más o menos contundente por parte de la jerarquía de la Iglesia. Los obispos han recordado con claridad suficiente que cualquier político o gobernante que sea corresponsable o público partidario de cualquier legislación abortista no puede ser admitido en la Sagrada Comunión. Respecto a don Juan Carlos lo único que nosotros constatamos es que en el BOE de 4 de marzo no se limita, como si fuera un notario, a dar fe de un acuerdo del Parlamento sino que con su su firma otorga validez legal a la nueva ley.

Concretamente el actual jefe del estado ha firmado lo siguiente:

“A todos los que la presente vieren y entendieren. Sabed: Que las Cortes Generales han aprobado y Yo vengo en sancionar la siguiente ley orgánica. (…) Por tanto, Mando a todos los españoles, particulares y autoridades, que guarden y hagan guardar esta ley orgánica. Madrid, 3 de marzo de 2010. JUAN CARLOS R.”

2º. Don Juan Carlos ha firmado la nueva ley sin expresar el menor gesto de desaprobación. Ante quienes afirman que ha sido obligado a firmar nos preguntamos: ¿cómo es posible que alguien que dice ser rey y monarca no goce de libertad siquiera para oponerse a una ley injusta, en defensa de los españoles más indefensos?. Que una persona, supuestamente la máxima autoridad del estado, sea declarada no responsable por el sistema constitucional es una vergüenza tanto para quien firma permitiendo que le sigan llamando rey como para todos los españoles, que se ven inmersos en un régimen en el que, como en la dictadura nazi, la orden recibida parecería excusar la voluntad libre y responsable de cada conciencia individual.

3º. Por otra parte la perversidad de la nueva ley del aborto no nos puede hacer olvidar que si hemos llegado a esta situación de definir legalmente la eliminación de seres humanos inocentes como un derecho es gracias a la sanción previa de otras muchas leyes anticristianas que en las últimas décadas y en el marco de una Constitución enemiga de la raíz católica de España han ido proponiendo, apoyando o sancionando el PSOE, el PP y el jefe del estado: nos referimos a las leyes permisivas del divorcio, del divorcio-exprés, de manipulación de embriones, de las píldoras abortivas, de las parejas de hecho, del llamado “matrimonio homosexual”, de la “Educación para la ciudadanía”, etc.

4º. Una vez más pedimos a los españoles que sepan distinguir entre la llamada “monarquía constitucional” y la verdadera “monarquía tradicional”. La primera, con la figura de un rey no-responsable fiel servidor de la revolución relativista, otorga al vigente sistema partitocrático una apariencia respetable. La segunda, que además de la legitimidad de origen planteada históricamente por el legitimismo carlista exige una legitimidad de ejercicio coherente con la tradición política española, es la única que podría garantizar la necesaria estabilidad de las instituciones poniéndolas a resguardo de los vaivenes partidistas.

5º. Por último, queremos animar a los defensores de la causa pro-vida para que no decaigan en su lucha por la verdad de la dignidad humana que tiene su raíz más profunda en la dignidad de los hijos de Dios. Junto a ellos estaremos siempre los carlistas, apoyando cuantas manifestaciones contra el aborto se realicen siempre que vayan encaminadas al primer objetivo verdaderamente pro-vida: la abolición total de cualquier legislación que no proteja la vida humana desde la concepción hasta la muerte natural.

Junta de Gobierno de la Comunión Tradicionalista Carlista

5 de marzo de 2010

DOSCIENTOS AÑOS DE SOLEDAD

http://www.bazarpatria.es/tienda/img/p/2005-342-large.jpgReynos de Indias


























Doscientos años de soledad,
de las Españas sumergidas,
soledad de doscientos años,
hoy la Hispania perdida,

Los hispanos nos perdimos,
los hispanos nos matamos,
siguiendo a día de hoy,
siguiendo sin encontrarnos,

Nos separamos para compartir,
para acabar compartiendo,
el mismo triste destino,
que nos está consumiendo,

Enemigos exteriores,
los hay, lo sabemos,
mas destrozándonos nosotros,
excusas no tenemos,

Doscientos años de soledad,
en el fango revolucionario,
enfermando peligrosamente,
a ambos lados del Atlántico,

Doscientos años de soledad,
de desunión e impotencia,
destruyendo nuestro futuro,
maldiciendo nuestra herencia,

Doscientos años de soledad,
la Hispanidad Católica derrotada,
derrotada, que no muerta,
su bandera quiere ser ondeada,

Una monarquía federativa,
representativa y social,
un núcleo por nuestros pueblos,
una conciencia de hermandad,

Falsos profetas del desarraigo,
rapsodas de la mala hora,
la novedad de la Tradición,
promete la boina roja,

Algún día dejaréis,
dejaréis de mangonear,
las Españas, pues,
se han de reencontrar,

Aliadas con el luso hermano,
hartos de agachar las cabezas,
ibera raíz por los continentes,
ínclitas razas ubérrimas,

Dios, patria, fueros, rey;
tengamos fe y esperanza,
¡vivan los reinos de Indias!
¡qué viva España!

terça-feira, 2 de março de 2010

BARCO PORTUGUÉS

http://www.novomilenio.inf.br/festas/brasil06k.jpg

Mirando al mar,
despierto soñé,
divisando en el horizonte,
un barco portugués,

Portaban una hermosa cruz,
de la orden de Cristo,
blancas y grandes velas,
como símbolo invicto,

Evoqué lindas imágenes,
del monasterio de Batalha,
de las calles de Lisboa,
del santuario de Fátima,

Evoqué las rocas de Estoril,
evoqué a la culta Coimbra,
evoqué a lo lejos Queluz,
evoqué palacios de Sintra,

Por eso yo quisiera,
un barco portugués,
que de Sagres partiera,
para el mundo recorrer,

Un barco portugués,
un barco de ensueño,
hoy, como siempre,
qué portugués me siento,

Ay Portugal, no estás tan lejos,
pero quisiera estar tan cerca...
a ti quiero que me lleven,
el día que yo me muera.