quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fim do Dia da Raça na Argentina - por Carlismo Argentino

Triste notícia, a anunciada pelos nossos amigos de Carlismo Argentino

 

miércoles, noviembre 03, 2010


Fin del Día de la Raza

Finalmente, tal como habíamos anunciado, ha sido publicado en el Boletín Oficial el decreto 1584/2010 begin_of_the_skype_highlighting              1584/2010      end_of_the_skype_highlighting (firmado por la Sra. presidente Fernández de Kirchner y los ministros nacionales) que establece feriados nacionales y días no laborables. En sus considerandos se dice de manera muy escueta
Que, asimismo, se modifica la denominación del feriado del día 12 de octubre, dotando a dicha fecha, de un significado acorde al valor que asigna nuestra Constitución Nacional y diversos tratados y declaraciones de derechos humanos a la diversidad étnica y cultural de todos los pueblos.
Y en su artículo 1º, se establece como feriado nacional el día 12 de octubre, con la oscura denominación de "Día del Respeto a la Diversidad Cultural". Siendo día "trasladable" al lunes más cercano, no será sino hasta el 2015 en que coincidirá su festejo con el día 12, lográndose con ese fin -además del de haberlo convertido en un día de turismo- ir olvidando paulatinamente cualquier relación con el hecho histórico del descumbrimiento de América por Cristóbal Colón el 12 de octubre de 1492.

La celebración del aquí llamado "Día de la Raza" fue un logro de quienes buscaban alcanzar una mayor unión entre la España peninsular y las Españas americanas, y asimismo como una reafirmación de la identidad Iberoamericana frente al expansionismo estadounidense y la llamada "Doctrina Monroe".

En la Argentina, el presidente Hipólito Yrigoyen decretó en 1917 el día del descubrimiento de América como "fiesta nacional", que la costumbre llamó "Día de la Raza". El Padre Zacarías de Vizcarra, sacerdote español de familia carlista residente en Buenos Aires en las décadas de 1920 y 1930, propuso se modificara por el más adecuado de "Día de la Hispanidad", aunque la costumbre ya había quedado asentada.

Durante décadas fue celebrado festivamente, no sólo por la gran colectividad de los inmigrantes españoles y sus descendientes -eran famosas las galas y los bailes en los clubes y teatros de las diferentes colectividades peninsulares-, sino también por todos los argentinos -ya sea en las escuelas, ya en desfiles criollos y actos oficiales-. Y, por supuesto, nunca supuso la denigración de inmigrantes de otras orígenes, sus descendientes y sus aportes; sino tan sólo, la afirmación de la innegable raíz hispánica de nuestra cultura patria.

Este cambio de nombre no es más que una etapa más en la disolución de nuestra identidad. Como han señalado reiteradamente notables investigadores y estudiosos, en estas supuestas reivindicaciones indigenistas, existe un verdadero racismo que es enemigo, no tanto de "lo europeo", sino de lo propiamente americano, criollo y mestizo.

Hoy es un día de luto para los carlistas en estas tierras.
http://carlismoar.blogspot.com/2010/11/fin-del-dia-de-la-raza.html

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A Dança do Sol

A Dança do Sol

FÁTIMA, 13 DE OUTUBRO DE 1917


“Quero dizer-te que façam aqui uma capela em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas.
- Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir: se curava uns doentes, se convertia uns pecadores, etc.
Uns, sim: outros, não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados.
E tomando um aspecto mais triste: não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido.


E abrindo as mãos, fê-las refletir o sol, prometido três meses antes, como prova da verdade das aparições de Fátima. Pára a chuva e o sol por três vezes gira sobre si mesmo lançando para todos os lados feixes de luz e de várias cores. Parece a dada altura desprender-se do firmamento e cair sobre a multidão. Após dez minutos de prodígio, tomou o sol o seu estado normal. Entretanto, os Pastorinhos eram favorecidos com outras aparições.

Desaparecida Nossa Senhora na imensa distância do firmamento, vimos ao lado do sol, São José com o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto azul. São José com o Menino parecia abençoar o Mundo, com um gesto que fazia com a mão em forma de cruz. Pouco depois, desvanecida esta aparição, vi Nosso Senhor e Nossa Senhora que me dava a idéia de ser Nossa Senhora das Dores. Nosso Senhor parecia abençoar o Mundo da mesma forma que São José. Desvaneceu-se esta aparição e pareceu-me ver ainda Nossa Senhora em forma semelhante a Nossa Senhora do Carmo”.
(Memórias da Ir. Lúcia)








terça-feira, 5 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A república incomoda... mas não demasiado.

A república incomoda... mas não demasiado.

Dom Duarte, Duque de Bragança e Manuel Alegre no lançamento do livro D. Duarte e a Democracia - Uma biografia portuguesa de Mendo Castro Henriques em 22/11/2006
"PORREIRO, PÁ!"



A república portuguesa completa 100 anos.

Não me incomoda demasiado a data. A república inteira acabou com uma meia república, uma monarquia envergonhada de o ser, que procurou nas modas estrangeiras casaca que lhe ficaria curta nas mangas. Para mais, de reles cheviote inglês, podre no forro, pelo qual se perdia toda a fazenda nacional.

Uma monarquia clientelista, encalacrada, corrupta pelo cancro liberal-maçónico que a haveria de matar não podia nem devia durar muito. Mas, como bom católico, nem neste caso apoio a eutanásia. A revolução é uma assassina cega, que mata todas as feições da realidade para impor uma ficção, uma fantasia. Crêem os revolucionários ter o poder de, ignorando a história, criar um mundo e um tempo melhores que os que os antecederam, só pelo simples facto de mudarem tudo.

Mudar não é sinónimo, por si só, de mudar para melhor.

Portugal era, em 4 de Outubro de 1910, um país pobre, endividado, sem auto-estima, sem carisma, sem mobilização. Com um sistema de ensino deficiente, subprodutivo, sangrado pela emigração e pela fuga de capitais. Um país injusto, com um diferencial de rendimentos entre a população ostensivo e ofensivo. Uma nação num pântano político, onde mergulhava uma classe política medíocre, nadando numa centralismo político à vista dos mais poderosos interesses e longe das preocupações das populações...

ESTÁ PORTUGAL ASSIM TÃO DIFERENTE EM 4 DE OUTUBRO DE 2010????  

Está pior: em 1910, ao contrário dos políticos que nos governavam, os portugueses ainda tínhamos fé para nos sustentar na esperança de dias melhores e caridade para nos apoiar uns aos outros enquanto esses dias não chegavam. Éramos cristãos porque éramos portugueses e éramos mais portugueses quanto mais piedosos cristãos...

Já não somos nem cristãos nem portugueses. Graças à revolução. À de 1910 mas também à de 1820 e de 1974. Foi só mais uma.



O 5 de Outubro incomoda-me... mas não demasiado.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

¿REVUELTA EN ECUADOR?

http://www.in-quito.com/flag-ecuador-quito/tn_quito-ecuador-flag.JPG ¿Golpe de estado? ¿Simple enfado policial a causa de la baja de ascensos y salarios? El tema parece muy confuso, y lo peor es que el tirano Correa, con el beneplácito de Chávez y demás fauna que pretende convertir a Hispanoamérica en una Unión Soviética, puede salir hasta favorecido de este desaguisado. Honduras al menos se pudo librar del narco-Zelaya, aunque mucho nos tememos que su situación no haya mejorado realmente. Estemos atentos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

200 Anos... De Uma Vitória Desperdiçada


Batalhão de Caçadores 6, Companhia de Atiradores, em parada. Imagem proveniente de http://brigadatripeira.blogspot.com/2010_03_01_archive.html

Faz hoje precisamente 200 anos que se travou a Batalha do Bussaco. 65.000 franceses enfrentaram os exércitos anglo-lusos - as tropas portuguesas lutaram, infelizmente*, todas sob comando inglês - 52.000 homens, dos quais 25.500 portugueses.

Embora o marechal Massena, comandante da força invasora napoleónica tenha rodeado as posições aliadas e continuado o seu avanço em direcção a Lisboa, foi conseguida uma importante vitória:  pela primeira vez, desde a tragédia da fortaleza de Almeida, se repeliam convicentemente os intrusos e se acreditava na vitória. Vitória que acabaría por chegar às portas de Lisboa, nas Linhas de Torres.

1250 aliados e 4500 franceses caíram mortos há precisamente 200 anos: caíram para que Portugal tivesse uma oportunidade de renascer para a vida e para o seu destino universal, oportunidade que deitou fora, 24 anos depois, em Évora-Monte. No fim, acabou por ganhar a Revolução.

Rezemos pelos mortos: os de um lado e os de outro. Todos eles vítimas do maior logro da humanidade.



* - Infelizmente por várias razões. Mas a que cabe aqui é a de que as tropas portuguesas foram usadas pelo comando britânico, muitas vezes, em ataques frontais em que não quiseram empregar os seus próprios regimentos de linha. Cobriu-se a tropa portuguesa de glória que os ingleses fizeram por ocultar, atribuindo-se os créditos da vitória conseguida e, quando não, quase rangendo os dentes ao admiti-lo. Veja-se este exemplo (o negrito é nosso):

«Picton writing to one friend said "The Portuguese brigade attached to the 3rd division was the admiration of the whole army" and to another, "The Portuguese brigade, if possible, exceeded the British in gallantry
Robinson, "Life of Picton," letters to Colonel Pleydell and Mr. Marryat, July 1 and 7,1818