CRÓNICA DEL FORO ALFONSO CARLOS I - 2009
CRÓNICA DEL FORO ALFONSO CARLOS I - 2009 ( 2 )
COMUNIÓN TRADICIONALISTA CARLISTA
Columnas de Hércules,
¿ Acaso no sustentan,
El punto más importante,
De este planeta ?
Una bandera, el héroe heleno,
Dejó allí ondeando,
Hacia la leyenda del tiempo,
Los mares juntando,
Columnas de Hércules:
¿ No llamáis al Atlas,
Pidiendo el natural,
Regreso de España ?
¿ Y acaso no pedís también,
El concurso de Portugal,
Que ejecutó con sus quinas,
La cruzada del mar ?
Por el peñón de Gibraltar,
Dios nos puso el Estrecho,
Hemos ahí nuestra grandeza,
Hemos ahí nuestro derecho,
Columnas de Hércules,
Sostén de nuestro blasón,
Gades tu santuario,
Tuyo es el sol,
Columnas de nación y universo,
Columnas de mito y realidad,
¡ Sea hercúlea la epopeya,
De una nueva hispanidad !
COMUNIÓN TRADICIONALISTA CARLISTA
Cursos de Verano del Foro Alfonso Carlos I 2009 (11, 12 y 13 de septiembre)
DÍA 11, VIERNES PRIMERA JORNADA 14:00 h. Comida
16:00 h. Primera sesión: Organizarse para crecer: la CTC, una organización de voluntarios
16:40 h. Coloquio y tiempo libre
18:00 h. Visita a la ciudad
21:00 h. Cena.
DÍA 12, SÁBADO SEGUNDA JORNADA
09:00 h. Desayuno
10:00 h. Santa Misa
11:00 h. Segunda sesión: La financiación del carlismo, una asignatura pendiente 11:40 h. Coloquio y tiempo libre
13:00 h. Tercera sesión: Comunicación y Propaganda: las campañas y la imagen del carlismo 13:40 h. Coloquio
14:00 h. Comida y tiempo libre
17:00 h. Cuarta sesión: Política electoral: en busca de la representación pública.
17:40 h. Coloquio y tiempo libre 19:00 h. Cuarta sesión: Juventud y formación: la cantera y la transmisión de la herencia recibida.
19:40 h. Coloquio y tiempo libre
21:00 h. Cena
DÍA 21 DOMINGO: TERCERA JORNADA
9:00 h. Desayuno
10:00 h. Quinta sesión: La CTC, un grupo de laicos católicos: la relación con la Jerarquía de la Iglesia y con el mundo católico:
10:40 h. Coloquio y tiempo libre
12:00 h. Santa Misa. Paseo por Toledo (Se ruega llevar boina roja, o blanca). 14:00 h. Comida y conclusiones en la sobremesa
PRECIOS DE INSCRIPCIÓN:
- Inscripción con pensión completa desde la comida del viernes a la comida del domingo (2 días completos).
. Afiliados: 100 euros.
. Simpatizantes: 130 euros. - Inscripción con pensión completa desde la comida del sábado a la comida del domingo (1 día completo).
. Afiliados: 60 euros.
. Simpatizantes: 80 euros. - La asistencia a las charlas es libre salvo el pago de las comidas: 10 euros cada una.
Plazas limitadas. Las habitaciones individuales se asignarán por orden de inscripción.
Inscripciones antes del 5 de septiembre :
Foro Alfonso Carlos I (XI Convocatoria)
Comunión Tradicionalista Carlista
C/Zurbano, 71. Of. 3.
Teléfono: 91 399 44 38 y 629 203 900
e-mail: carlistas@carlistas.es
Counterrevolution in Lithuania and Belarus
Este título chamou a minha atenção. A Contrarrevolução cativa-me. Mas tem de ser a verdadeira Contrarrevolução.
Por isso, o meu entusiasmo logo esfriou quando vi a ligação deste movimento ao nome e à memoria de Plínio Corrêa de Oliveira, bem como à obra que ele fundou --- a “Sociedade para a Defesa da Tradição, da Família e da Propriedade”.
Conheci a “TFP”, em Angola, quando se viviam horas muito amargas, no longínquo ano de 1974, já a seguir à traição nacional.
Num primeiro exame, os títulos com que se apresentava este grupo não deixam ninguém indiferente: ou captam, ou exasperam. Se este fosse o problema, o remédio seria fácil: escolha entre um dos dois caminhos.
Mas a verdadeira questão é muito mais profunda. A “TFP” nunca foi uma força da Tradição. Aproveitando-se do sentimento mariano de muitos povos, ela foi sempre uma falange da plutocracia americana.
Eu li uma parte substancial da obra de Plínio Corrêa de Oliveira. Ele repetia-se muito. Pelo que ler o que eu li, será já ler muitíssimo da sua produção doutrinária.
Logo em Angola, analisei cuidadosamente a sua festejada “Revolução e Contra-Revolução”. O resto veio depois.
O esquecimento, em que aquele professor brasileiro deixa o capitalismo, fez-me sempre a maior impressão. Nunca descobri, em nenhuma das suas páginas, uma crítica ao sistema capitalista. Entretanto, ataques ao liberalismo são seguidos. Ora o capitalismo mais não é do que a expressão económica dos erros liberais, que Plínio Corrêa de Oliveira tantas vezes fustigou.
Quando, em “Nobreza e Elites Tradicionais Análogas”, aborda a explosão do capitalismo industrial norte-americano, centra-se na imagem do novo rico e, recortando-lhe agudamente todos os defeitos, destaca apenas a fraca figura que ele faz ao procurar, se não encaixar-se, pelo menos equiparar-se à aristocracia histórica. Não descortinei nem uma linha lamentando a triste sorte dos trabalhadores assalariados.
Quem ataca o socialismo, também deve atacar o capitalismo. Acontece que Plínio Corrêa de Oliveira tem uma obrigação triplicada de o fazer. Vejamos porquê:
O magistério pontifício é crítico do capitalismo --- e Plínio Corrêa de Oliveira apresentava-se como católico.
Nos padrões da filosofia escolástica, o capitalismo é, como o socialismo, um sistema sem harmonia (o capitalismo dá predomínio ao elemento material da riqueza; o socialismo valoriza mais o trabalho, que é o elemento formal dos bens produzidos). Quer dizer: ambos incorrem num pecado ontológico --- ora Plínio Corrêa de Oliveira diz-se tomista.
Por último, há a sensibilidade que não pode aceitar a exploração desumana a que eram sujeitos os proletários no auge do capitalismo --- e Plínio Corrêa de Oliveira nunca fez saber que era uma fera.
«Lithuania is catholic but damaged by liberalism (...)», lê-se no texto do grupo promotor deste movimento. Pelo que se vê nem só o comunismo perde as almas.
No entanto, a “TFP” ocupou-se a fazer o quê? --- Em vez de mover uma cruzada pela conversão da terra dos Czares, para que se cumpra a promessa deixada pela Virgem de Fátima, atiravam-se aos Papas porque nenhum procedia à consagração da Rússia, nos termos necessários. E, pelo meio, iam recolhendo assinaturas de apoio à independência da Lituânia. O resultado, temo-lo diante dos olhos: a Lituânia tornou-se independente, «but damaged by liberalism (...)».
Por mim, só tiro uma conclusão: o propósito da “TFP” foi o de reduzir o poder do colosso soviético a favor dos Estados Unidos, não obstante a nação americana ser, desde há muito, a mais temível Besta do Apocalipse. E, hoje, é a única actuante!
NB: O texto, que aqui comento, pode ver-se aqui:
http://www.facebook.com/home.php?#/group.php?gid=117998637845&ref=nf