sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
RITO Y CANTO MOZÁRABE
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Resposta ao Ataque do Le Soir Marroquino
“Portugal atacado em Marrocos
Um dos mais populares jornais marroquinos, Le Soir, lançou nos últimos dias, um violento ataque a Portugal. Os portugueses, lê-se no jornal, acusam Marrocos «de ocupar ilegalmente o Sara e de proceder a graves violações dos direitos humanos e do direito internacional». Ao voto de condenação de Marrocos devido ao caso Haidar, Le Soir contrapõe «o passado guerreiro, sanguinário e esclavagista desse Estado minúsculo que governou metade do planeta e que construiu a civilização moderna sobre massacres e purificações étnicas, na Ásia, em África e na América Latina». O jornal diz que os marroquinos não aceitam lições de um país com uma história de «milhões de indígenas exterminados por tropas lusitanas que queriam espoliar as suas terras».“
Aparentemente, este ignominioso ataque não teve da parte da diplomacia e do governo português nenhuma queixa, da parte do parlamento partidista e da imprensa portuguesa nenhuma resposta. De facto, aos disparates não se deve responder; mas quando sobre o nome de Portugal, que devia ser sagrado para todos os portugueses e estimado por todos os hispanos, são cuspidas tais mentiras, o silêncio é infame consentimento. Por isso, no Portugal Tradicionalista e no Sagrada Hispânia respondemos sem hesitação ao citado pasquim marroquino, lamentando que quem tem por maior dever fazê-lo se tenha cobardemente abstido.
À direcção de edição do Jornal Le Soir de Marrocos:
Vimos por este meio exigir a retratação das falsidades que haveis publicado e que sujam o nobilíssimo nome de Portugal, perante a família das nações. Se não o fizerdes, sereis reconhecidos, para além de qualquer dúvida, como um conjunto de miseráveis mentirosos e caluniadores que não merecem ser chamados de jornalistas.
Até se pode concordar em que o parlamento partidocrata e liberalesco de Portugal nada deveria ter a opinar sobre assuntos que não sejam relativos ao próprio país e que segue uma triste tendência de abusiva intromissão muito em voga no hemisfério ocidental. Acontece que em vez de legitimamente responder a um parlamento que criticou a política do Reino de Marrocos, o Le Soir marroquino julgou por bem, falto de outros argumentos, caluniar todo o povo português, o nome de Portugal e a sua história, com uma série de acusações falsas e outras que, vindas de mouros, só podem ser para rir.
Aludis no vosso artigo ao passado guerreiro, sanguinário e esclavagista de Portugal; não o negamos. Portugal foi até, por alguns séculos e justamente, terror do mouro e do turco. Mas aconteceu muito depois dos mouros terem invadido a Hispânia goda, chacinado sanguinariamente milhares de cristãos e escravizado outros tantos, durante séculos, nas suas próprias terras. Quanto a esclavagismo diga-se, em abono da verdade, que nas suas feitorias da costa ocidental de África Portugal comerciava escravos negros que lhe eram vendidos por outros negros e por… mouros. O que está historicamente comprovado. Mas o superior esclavagismo dos mouros não fica por aí: além de escravos negros também brancos foram amplamente vendidos nos bazares das praças situadas em território actualmente marroquino. Por isso, se falamos de esclavagismo, os portugueses são historicamente uns amadores quando comparados com os mouros.
É totalmente falso que os portugueses tenham construído “a civilização moderna sobre massacres e purificações étnicas, na Ásia, em África e na América Latina”. Isto é uma intolerável mentira, produzida pela mais indigente ignorância ou afiada maldade. Passou-se inteiramente o contrário: já no reinado do Rei D. Manuel I, no início do século XVI, se promoviam por lei os casamentos mistos de homens portugueses com mulheres indianas, a fim de assegurar a integração da colonização portuguesa e dessa forma, com poucos efectivos metropolitanos lograr uma administração ultramarina eficaz. Vós próprios reconheceis este efeito pelo epíteto que ofereceis de “Estado minúsculo que governou metade do planeta”. Epíteto que, longe de ofender nos orgulha aos portugueses.
Se há país que promoveu a convivência e fusão étnica, esse país é Portugal – a actual e diversificada composição demográfica do Brasil é a maior evidência de jamais foram levadas a cabo purificações étnicas pela colonização portuguesa.
Que não queiram aceitar lições dos outros é lá com o vosso arbítrio: haverá sempre os que querem aprender e os que preferem manter-se ignorantes. Agora acusar os portugueses de pela morte «milhões de indígenas exterminados por tropas lusitanas que queriam espoliar as suas terras» é mais que ignorância, é má-fé! Quando Portugal construiu o seu império ultramarino no ímpeto evangelizador dos séculos XV e XVI, tinha ao tempo cerca de um milhão de habitantes. Fazendo-se transportar em naus com capacidade para cem ou duzentos homens, nunca conseguiu colocar em nenhum cenário mais de cinco mil soldados e quase sempre muito menos. Lutaram os colonizadores portugueses contra exércitos superiores em número e em poderio: turcos, árabes, hindus, mouros, holandeses, malaios… como é que poderiam ter exterminado milhões de indígenas??? Com excepção dos territórios que vieram a tornar-se o Reino do Brasil e as províncias ultramarinas de Angola e Moçambique, todos os domínios portugueses foram estreitas faixas costeiras destinadas a conservar as feitorias de comércio. Como é que nessas feitorias se chacinaram milhões de indígenas? Como se chacinaram milhões de indígenas e só o santo espanhol São Francisco Xavier converteu ao cristianismo mais de 10.000 almas, só nos domínios portugueses do oriente???
Sois totalmente falsos no que afirmais! Envergonhai-vos da triste desculpa para peça jornalística que haveis apresentado. Procurai uma réstia de vergonha no fundo da vossa aleivosia e retirai as calúnias com que haveis salpicado o nome de Portugal!
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
BENEFICIOS FISCALES POR AYUDAR A LA SANTA CAUSA
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23.12.09.
Se acerca el final de año, y muchos pensamos en la declaración de la renta que tendremos que presentar a partir del próximo mes de mayo. Todos sabemos que, en función de la Comunidad Autónoma en la que presentamos nuestra declaración, podemos acogernos a algún tipo de Deducción de la cuota a pagar, como los donativos a la Iglesia y a las Fundaciones, esencialmente. Recientemente, ha “aparecido” en la legislación una nueva figura por la que se establece una Reducción a la hora de determinar cuál es la “Base liquidable general sometida a gravamen”, que tiene en cuenta las cuotas o aportaciones puntuales a partidos políticos.
Si contribuyes ahora, y hasta el 31 de diciembre con una cantidad de dinero desde 1 hasta 600 € en la medida de tus posibilidades, podrás beneficiarte fiscalmente de tu ayuda a la Causa. En estas hojas explicativas se resume el mecanismo de la desgravación fiscal por aportación económica a partidos políticos. ¡Recuerda: para desgravarte en 2010 es preciso que hagas tu aportación antes del 31 de diciembre!Nº cuenta: 2100 2146 19 0200073526 (Poner en "concepto": Nombre y apellidos y "Aportación puntual"). |
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VALORES ETERNOS
Portamos valores eternos,
Remando a contracorriente,
Son valores de vida,
Peleando contra la muerte,
Ante la adversidad,
Nunca la rendición,
El cuerpo y el alma,
Para la Tradición,
Portamos valores eternos,
Portamos dignos estandartes,
Sociales, representativos,
Realistas baluartes,
Somos una Comunión,
Tan fuerte como libre,
Tan popular como noble,
Tan tajante como sensible,
Resistencia al relativismo,
Gran tiranía mundial,
Que con ropajes de progreso,
Esparce su mucho mal,
Valores de vida eterna,
Valores de caridad y esperanza,
Sublime y leal doctrina,
De la Católica España.
CRÓNICA DE LA FIESTA DE LA JUVENTUD CARLISTA DE PAMPLONA-2009
Este 20 de diciembre de 2009 se ha realizado el tradicional Homenaje de la Juventud Carlista de Pamplona a su Patrona la Inmaculada Concepción, en memoria de los políticos carlistas. Se celebra una semana después de la Octava de Ntra. Sra. la Inmaculada Concepción por especial Privilegio concedido por SS. Pío X Ser carlista no es algo accidental o secundario, y tampoco “algo más”. Conlleva la convivencia continuada de una comunidad de hombres y familias libres, que es donde se pueden tomar compromisos. Esta convivencia culmina en un día festivo. Por cierto, el día fue magnífico: el sol acariciaba la nieve que cubría el suelo y atemperaba el frío de estos últimos días. Las zonas de hielo eran un peligro, vencido por el ánimo de las hermanas Silvia y Rosario Baleztena.
A las 12:00 horas se celebró la Santa Misa en la hermosa y céntrica iglesia de las MM. Recoletas. El precioso retablo barroco brilló más que nunca, quizás ante la piedad de los asistentes, entre los que faltaron los amigos de Guipúzcoa, Vizcaya y Echarri Aranaz debido al peligroso hielo de las carreteras. La consagración de la Inmaculada se hizo de rodillas. A continuación se efectuó la Ofrenda floral ante monumento de la Inmaculada, junto a la Iglesia de San Fermín. Dos miembros de la Junta Regional leyeron unas palabras y coloraron un precioso ramo de flores a los pies de la blanca y esbelta imagen del Rincón de la Aduana.
Después, los asistentes se desplazaron al próximo monumento a Francisco Navarro Villoslada, donde un joven carlista leyó unas palabras en Memoria a los políticos carlistas. Señaló las aportaciones de Navarro Villoslada, delegado regio de Don Carlos VII en España, hombre leal y fiel en los tiempos de las claudicaciones, así como el heroísmo diario y en la paz de los políticos carlistas, que se suma con pleno derecho al heroísmo de decenas de miles de generosos soldados con sus generales A continuación se cantó el Oriamendi . Enfrente de los lugares señalados, la marcha festiva se dirigió al céntrico y elegante “Hotel Tres Reyes” de Pamplona, donde tuvo lugar el Acto Político. En el amplio salón y una vez sentados, destacó el grupo compacto de la juventud. Desde el estrado y en el ambón, flanqueado por las banderas, disertaron tres oradores.
En primer lugar, el presidente de la CTC de Navarra, don José Fermín Garralda, trató sobre “La urgente necesidad de la política y de los políticos carlistas”. Agradeció las asistencias, y echó en falta a quienes por motivos del hielo en la carretera no habían podido asistir a los Actos. Hizo memoria de cómo hace 33 años los jóvenes carlistas de Pamplona retomaron esta fiesta tradicional a instancias de sus mayores. Explicó la existencia de los numerosos políticos carlistas que ocuparon cargos públicos (diputados a Cortes y senadores, vocales de la Diputación Foral, y concejales y alcaldes de los Ayuntamientos) en la segunda mitad del s. XIX hasta avanzado el s. XX. Apoyó sus palabras en un plastificable con la imagen de 39 políticos carlistas elegidos por los navarros para las instituciones, que se repartió. En este sentido, glosó la figura de José Ángel Zubiaur como uno de los últimos procuradores a Cortes, y la del Excmo. don Juan Casañas Balcells, político carlista catalán fallecido este mes de septiembre, que junto a don Mauricio de Sivatte tuvo una intensa relación con Navarra. El orador desarrolló la necesidad de la buena política y los buenos políticos, católicos y tradicionales, es decir, carlistas. Al final presentó tres propuestas.
En segundo lugar, don Javier Zazu expuso la necesidad de aportaciones económicas a la CTC para que esta financie sus mil urgentes actuaciones. En la CTC se trabaja mucho y muy bien, aunque todo es poco en la actual y extrema situación. El lema es: “Si no se actúa, se cede”. Para explicar una forma fácil de colaboración, informó sobre los nuevos beneficios Fiscales de los partidos políticos. Todo es cuestión de que cada cual, una vez informado, dé la orden a su Banco o Caja de transferencia, sea ésta periódica o puntual. Si ésta orden es antes del presente 30 de diciembre, la devolución por Hacienda de lo aportado tendrá lugar en la declaración de Hacienda de mayo de 2010. Infórmese en tesoreria@carlistas.esEsta dirección de correo electrónico está protegida contra los robots de spam, necesita tener Javascript activado para poder verla o en el tel. 91 399 44 38.
El secretario general de la CTC, don Javier Garisoain, dio importantes razones de por qué hoy día es necesaria nuestra Comunión política, así como su organización. Ya solo la existencia de la CTC es muy importante. Luego, que cada cual esté donde deba, aunque todos debamos colaborar para que tarde o temprano surjan políticos carlistas. Si un político se hace con un esfuerzo continuado, y ser político es una vocación de servicio, sin embargo todos debemos hacer posible el humus o el plantel de donde surjan los que a la Patria salvarán –dice el himno de los Pelayos-. La política carlista nada tiene que ver con la liberal. Hoy cualquier acción social suele ser a la vez política, y las iniciativas deben llevarse muchas veces a las instituciones. En efecto, la política liberal ha sido capaz de desmontar desde el Estado una sociedad, y desmoralizarla y paralizarla. La comida de hermandad en el elegante Hotel Tres Reyes fue animadísima. La sobremesa festiva con brindis, sorteo de cesta de Navidad y canciones dio una vez más vida y color a un buen día de fiesta.
F. de Musquilda